Arranque do novo projeto da Lisboa E-Nova em Economia Circular – CEMOWAS2

O 2º encontro de parceiros e associados do Projeto CEMOWAS2: Gestão circular ecossistémica dos serviços de resíduos orgânicos e águas residuais,  teve lugar em Granollers (Catalunha), promovido pelo respetivo Município, a 25 e 26 de outubro de 2018.

Para além de todos os parceiros do consórcio, contou ainda com a participação de 10 das entidades parceiras associadas ao projeto. Os associados portugueses marcaram a sua presença com representantes técnicos da Agência Portuguesa do Ambiente, Águas do Tejo Atlântico e Câmara Municipal de Lisboa, bem como o Presidente da Junta de Freguesia do Parque das Nações.

O primeiro dia do encontro consistiu na realização da 2ª reunião de coordenação do projeto e num Seminário Técnico, no qual se realizaram sessões com mesas redondas para discutir as dificuldades, oportunidades e soluções inovadoras para a reutilização de águas e aproveitamento de resíduos orgânicos, bem como algumas sessões plenárias.

O segundo dia incluiu uma Conferência dos parceiros associados que permitiu a exposição e a troca de conhecimentos em relação aos projetos das entidades presentes. Seguiu-se uma Visita de Estudo à Central de Compostagem de Granollers e centro de educação ambiental, bem como  ao sistema de reutilização de águas de Can Cabanyes (ETAR e lagoa de tratamento terciário). Esta componente prática do encontro possibilitou um estudo mais aprofundado da experiência do Município de Granollers, nomeadamente ao nível da reutilização das águas residuais tratadas para rega de espaços verdes, que promove desde 2011.

O CEMOWAS2 visa reforçar as capacidades das autoridades responsáveis para a implementação de estratégias territoriais participativas e sustentáveis através de uma gestão coerente com as abordagens sistémicas da economia circular dos serviços de gestão de resíduos sólidos e líquidos. O projeto permitirá a construção de estratégias de gestão e a demonstração da viabilidade de soluções concretas em relação a resíduos orgânicos e águas residuais. Estes modelos serão otimizados e transferidos de uns territórios para outros, de modo a atingir um maior grau de qualidade ambiental no uso de recursos e, consequentemente, na proteção do património natural das áreas integradas nesta iniciativa.