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Outubro 2019

Metabolismo urbano e Economia Circular

Metabolismo urbano e Economia Circular

Resumo da Sessão:A noção de que os bens são escassos, ou seja, de que não existem em quantidade suficiente para satisfazer plenamente todas as necessidades e desejos humanos de acordo com o modelo de consumo atual tornou evidente que a sociedade/economia necessita de desenvolver formas de utilizar os seus recursos de forma a maximizar a satisfação das necessidades dos cidadãos, mas assumindo que a eficiência no uso dos recursos não se revelou suficiente para um objetivo essencial para um desenvolvimento sustentável, a desmaterialização, ou seja, a necessidade de reduzir em termos absolutos a exploração dos recursos.
A forma como a generalidade das sociedades estão organizadas atualmente não permite, no entanto, que esta desmaterialização absoluta se processe no imediato, de uma forma generalizada e não disruptiva. Daí a necessidade de encontrar formas alternativas que permitam uma transição neste sentido. O conceito de Economia Circular procura ocupar este lugar de instrumento de transição para uma sociedade mais desmaterializada, que permita passar de uma lógica de eficiência para uma lógica de suficiência, assegurando uma distribuição equitativa dos recursos escassos.
No relatório de 2006 sobre a Matriz dos Materiais de Lisboa citava-se Pierre Desrochers quando este afirmava que as cidades podem ser encaradas como as minas do futuro, fonte de muitos dos principais materiais úteis à economia. Isso já acontece em parte, quando alguns dos resíduos provenientes do consumo dos cidadãos são reciclados originando materiais novamente úteis. Mas a economia circular, como novo baluarte do desenvolvimento sustentável e conceito que visa atrair as empresas para este objetivo, implica que se vá muito mais longe, ou seja, que a economia se transforme mesmo num sistema regenerativo em que a entrada de recursos, a produção de resíduos e emissões e as perdas de energia são minimizados pela desaceleração, redução e fecho dos ciclos de materiais e energia.
Nesta sessão do ponto de encontro foram discutidos estes conceitos e apresentados exemplos do que está a ser desenvolvido para os colocar em prática e as oportunidades que o desenvolvimento tecnológico e a organização comunitária podem trazer para o mesmo fim.

Data
26 de novembro 2019

Localização
Zoom

Orador
Samuel Niza (Circular – Consultoria em sustentabilidade)

Horário
 18h00 às 19h30

Apresentação

Moderador
Diana Henriques (Lisboa E-Nova)

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Programa Renda Acessível -Sustentabilidade Ambiental nas Políticas Públicas de habitação

Programa Renda Acessível -Sustentabilidade Ambiental nas Políticas Públicas de habitação

Resumo da Sessão:A premência da execução de 6000 fogos de habitação acessível em Lisboa, em resposta à crise da habitação, motivou uma reflexão em torno das implicações sociais, económicas e ambientais indissociáveis de uma iniciativa de grande escala. Incorporando soluções concretas de sustentabilidade urbana, definidas pelo Plano Diretor Municipal e pela Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas, ao Programa Renda Acessível apresenta-se o desafio iminentemente sustentável de assegurar coesão social e resiliência económica nos territórios onde intervém, de implementar medidas práticas de mobilidade e de inclusão, e de compatibilizar as restrições impostas pela regulamentação aplicável com níveis referenciais de desempenho energético dos novos edifícios.

Data
12 de novembro 2019

Localização
CIUL 

Orador
Sara Ribeiro (Programa Renda Acessível)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação

Moderador
Maria João Rodrigues (Lisboa E-Nova)

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Bairros Históricos: Sustentabilidade em Espaços Públicos

Bairros Históricos: Sustentabilidade em Espaços Públicos

Resumo da Sessão:
O objetivo nº 11 dos objetivos para o desenvolvimento sustentável – Tornar as Cidades e Comunidades Inclusivas, Seguras, Resilientes e Sustentáveis – adotado pelas Nações Unidas na Agenda 2030, salienta a necessidade de aumentar substancialmente o número de cidades que adotem e implementem políticas e planos integrados para a inclusão, a eficiência dos recursos, mitigação e adaptação às mudanças climáticas e, simultaneamente, proporcionem o acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos, acessíveis e verdes;

Nesta sessão, dedicada ao tema Bairros Históricos: Sustentabilidade em Espaços Públicos pretendeu-se debater sobre melhores práticas de sustentabilidade e resiliência climática em espaços públicos no contexto de bairros históricos, com destaque para o bairro de Alfama. Tendo como ponto de partida a articulação de dois projetos europeus, SUSHI: Sustentabilidade em Bairros Históricos e LOCATIONS: Mobilidade Sustentável em Cidades com Destino de Cruzeiros, serão exploradas soluções inovadoras que possam dar resposta aos complexos desafios urbanos que os bairros históricos e a suas comunidades atualmente enfrentam, nomeadamente ao nível da mobilidade e gentrificação turística.

Data
15 de outubro 2019

Localização
CIUL 

Orador
Alexandra Aníbal (CML-Cultura), Sofia Mourão (CML-Espaços Públicos), José Pinheiro (CML-Mobilidade), Eduardo Silva (Lisboa E-Nova)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação

Moderador
Vera Gregório (Lisboa E-Nova)

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