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Pontos de Encontro

A inovação no sector da Água – que futuro

A inovação no sector da Água - que futuro

Resumo da Sessão:

Num passado não muito distante, os níveis de atendimento e eficiência dos sistemas de abastecimento de água e tratamento de águas residuais em Portugal eram muito baixos.
Em duas décadas Portugal infraestruturou-se de forma rápida, eficaz e este processo conhecido como “O Milagre Português” trouxe consigo uma enorme melhoria das condições de saúde pública e ambientais para todo o país.
Os grandes investimentos estão realizados, a Águas do Tejo Atlântico está na fase da manutenção dos ativos, melhoria da eficiência da operação e na aposta na inovação por forma a caminhar para novas soluções, mais eficazes e mais “verdes”.
A introdução clara dos princípios da economia circular é o caminho da Águas do Tejo Atlântico – através da inovação dar um novo desenvolvimento ao setor. A empresa faz uma forte aposta na inovação dos processos produtivos, na otimização da utilização dos recursos e no desenvolvimento de novos produtos e serviços a partir da matéria-prima
existente e dos produtos até agora considerados finais, dando-lhes nova vida através da reciclagem, valorização, reutilização e integração.
A Águas do Tejo Atlântico é uma das entidades pioneiras (como o Município de Lisboa também o é) na incorporação dos desafios da economia circular na gestão do ciclo urbano da água, fazendo evoluir o processo de tratamento das águas residuais para um novo paradigma de valorização dos recursos. É neste contexto que surgem as Fábricas de Água, um novo conceito de Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), onde a água reciclada e os seus sub-produtos são considerados matéria-prima plena de recursos para reutilizar e reintegrar no sistema produtivo. Para isso criámos a marca “água+” tendo em vista a identificação da água reciclada produzida nas Fábricas de Água, com qualidade adequada a cada tipo de utilização não potável.
A reutilização da água residual tratada para rega ou lavagens, nomeadamente de ruas, viaturas e de equipamentos, é já uma realidade em algumas das infraestruturas da empresa e no município de Lisboa, favorecendo uma otimização dos recursos hídricos em utilizações que não carecem de água potável. Em conjunto com o Município de Lisboa, a Águas do Tejo Atlântico querem ir mais além com uma rede de condutas dedicadas ao transporte de água reutilizada para estes usos urbanos, projeto que está em fase bastante desenvolvida.
Por outro lado, das Fábricas de Agua poderão também resultar outros produtos, como bioplásticos, água e biocombustíveis, e recuperação de vários nutrientes, como o fósforo, para serem incorporados em novos processos produtivos, fomentando a Economia Circular.

Data
26 de março 2019

Localização
CIUL 

Orador
Hugo Pereira (Águas do Tejo Atlântico)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
Maria João Rodrigues (Lisboa E-Nova)

Outras sessões

Novembro 3, 2026

Apoiar as Famílias na Transição Energética: O Fundo Verde de Cascais

Abril 6, 2026

A Realidade Climática Atual: Mais Extremos, Menos Tempo para Agir

Outubro 16, 2026

Too Good To Go: Juntos Contra o Desperdício Alimentar

Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050

Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050

Resumo da Sessão:

Portugal comprometeu-se internacionalmente com o objetivo da neutralidade carbónica, objetivo esse em linha com o Acordo de Paris, no âmbito do qual os países assumiram o compromisso de limitar o aumento da temperatura média global do planeta a 2ºC. e a fazer esforços para que esta não ultrapasse os 1,5ºC.
O compromisso assumido de descarbonizar a sociedade portuguesa até 2050 colocou Portugal na liderança no combate às alterações climáticas. Para lá chegarmos está em desenvolvimento o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (que se encontra em fase de consulta pública), instrumento cujos resultados preliminares foram apresentados no passado mês de dezembro pelo Ministro do Ambiente. O Roteiro define cenários socioeconómicos e apresenta trajetórias alternativas até 2050 para todos os setores que permitam a redução total das emissões líquidas (energia e indústria, transportes e mobilidade, resíduos e águas residuais, agricultura, florestas e uso do solo e economia circular, transversal a todos os setores). No Ponto de Encontro falaremos das trajetórias de neutralidade carbónica para a economia portuguesa, da transição energética olhando para as opções tecnológicas e custos-eficazes associadas, bem como do papel da economia circular e a tão necessária mudança de comportamentos.

Data
05 de fevereiro 2019

Localização
Zoom

Orador
Pedro Martins Barata (Get2C)
Júlia Seixas (FCT-UNL)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
Maria João Rodrigues (Lisboa E-Nova)

Outras sessões

Novembro 3, 2026

Apoiar as Famílias na Transição Energética: O Fundo Verde de Cascais

Setembro 9, 2026

Newsletter

Janeiro 29, 2026

Descarbonização e Circularidade no Setor da Construção

Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade

Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade

Resumo da Sessão:

O Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade, enquadrado, quer pelo Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, quer pela Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e previsto na Estratégia Nacional de Educação Ambiental, constitui-se como um documento orientador para a implementação desta temática no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, área disciplinar que integra o currículo nos diferentes ciclos e níveis de educação e ensino.
O Referencial, de natureza flexível, pode ser usado em contextos muito diversos, no seu todo ou em parte, através do desenvolvimento de projetos e iniciativas que tenham como objetivo contribuir para a formação pessoal e social dos alunos. Na organização do Referencial propõem-se oito temas transversais a todos os ciclos e níveis de educação e ensino, constituídos por subtemas e objetivos.
A elaboração do Referencial resultou da parceria entre a Direção-Geral da Educação e outros organismos, instituições públicas e sociedade civil.

Data
12 de fevereiro 2019

Localização
CIUL 

Orador
Eulália Alexandre (DGE – Direção Geral da Educação)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
Maria Santos (Lisboa E-Nova)

Outras sessões

Abril 20, 2026

Estratégias de Ventilação Natural no Ambiente Construído

Outubro 16, 2026

Too Good To Go: Juntos Contra o Desperdício Alimentar

Abril 6, 2026

A Realidade Climática Atual: Mais Extremos, Menos Tempo para Agir

Avaliação de ciclo de vida e economia circular

Avaliação de ciclo de vida e economia circular

Resumo da Sessão:

A operacionalização da economia circular a nível das empresas e cadeias de valor passa por métodos e tecnologias de produção, design de produtos e serviços e a adoção de novos modelos de negócio com vista a fechar os fluxos de recursos, a prolongar o tempo de vida dos produtos e materiais na economia e a desmaterializar a produção e o consumo, como via de dissociar a geração de riqueza e a criação de emprego do consumo de recursos.
No entanto, por vezes soluções aparentemente interessantes e “circulares” apresentam aspetos negativos e trade-offs ambientais que não são imediatamente percebidos, e que só uma perspetiva de ciclo de vida, porventura assente num estudo rigoroso de avaliação do ciclo de vida (ACV), permite detetar. A apresentação inclui diversos exemplos de circularidade e de como a ACV auxilia na tomada de decisão, por forma a potenciar soluções inovadoras e mais sustentáveis.

Data
15 de janeiro 2019

Localização
Zoom

Orador
Cristina Sousa Rocha (LNEG)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
Maria João Rodrigues (Lisboa E-Nova)

Outras sessões

Abril 20, 2026

Estratégias de Ventilação Natural no Ambiente Construído

Março 16, 2026

Adaptar os Espaços Verdes à Transição Climática

Janeiro 29, 2026

Descarbonização e Circularidade no Setor da Construção

Sessão de Esclarecimento «Aviso 25 – Eficiência Energética nos Edifícios»

Sessão de Esclarecimento «Aviso 25 – Eficiência Energética nos Edifícios»

Resumo da Sessão:

Esta sessão teve por finalidade prestar esclarecimentos sobre o Aviso 25 – Eficiência Energética nos Edifícios» do Fundo de Eficiência Energética (FEE), apresentando as medidas de eficiência energética passiveis de financiamento.

Inserido no Plano Nacional de Ação para Eficiência Energética (PNAEE), o Aviso 25 tem como objetivo otimizar as condições de uso e consumo de energia do edificado nacional que representa cerca de 30% do consumo total de energia em Portugal.

Neste contexto, são suscetíveis de financiamento através do presente Aviso medidas de eficiência energética que conduzam à melhoria do desempenho energético de edifícios existentes, do setor residencial e de serviços de direito privado, tais como:
– requalificação de sistemas de aquecimento de águas quentes sanitárias;
– instalação de janelas eficientes;
– requalificação do isolamento térmico envolvente interior e exterior;
– Iluminação eficiente
(apenas beneficiários tipo B).
O Aviso 25 dirige-se a dois tipos de beneficiários:
– Beneficiários tipo A – Pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação existentes e ocupados unifamiliares ou de frações autónomas em edifícios multifamiliares;
– Beneficiários tipo B – Pessoas coletivas de direito privado, proprietárias de edifícios de serviços existentes e ocupados, com exceção de todas as entidades com a CAE 01 a 33.

 

A Lisboa E-Nova apoiou os beneficiários interessados, na preparação e submissão de candidaturas na tipologia de Beneficiários A, até um máximo de 50 candidaturas.

Foi dada prioridade aos beneficiários interessados que tenham participado na sessão.

Para mais informação sobre o aviso:

http://www.pnaee.pt/avisos-fee/aviso-25

Data
13 de setembro 2018

Localização
CIUL 

Orador
Cátia Carvalho (PNAEE)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
Maria João Rodrigues (Lisboa E-Nova)

Outras sessões

Abril 27, 2026

Minimizar a Utilização de Recursos nas Cidades: Um Caminho Para o Lixo Zero

Março 16, 2026

Adaptar os Espaços Verdes à Transição Climática

Outubro 16, 2026

Too Good To Go: Juntos Contra o Desperdício Alimentar

Reabilitação Urbana e Eficiência Energética – Nova Geração de Políticas de Habitação para Lisboa

Reabilitação Urbana e Eficiência Energética – Nova Geração de Políticas de Habitação para Lisboa

Resumo da Sessão:

Instrumentos financeiros, informação de suporte à decisão e o caso dos bairros municipais em Lisboa.
A reabilitação urbana e a eficiência energética são atualmente indissociáveis. A renovação profunda de edifícios pode reduzir em 36% o consumo de energia, na Europa, até 2030, diminuindo simultaneamente a dependência energética, criando empregos e edifícios mais confortáveis e salutares.
A nova geração de políticas de habitação em Portugal (NGPH-Abril 2018) reflete estas prioridades de reabilitação energética do edificado, sendo um dos objetivos estratégicos tornar a reabilitação a principal forma de intervenção nos edifícios e no desenvolvimento urbano. Para tal, o pacote legislativo adota instrumentos de política inovadores que privilegiam o financiamento da reabilitação promovendo simultaneamente a eficiência energética. A disponibilização de informação de suporte à decisão, designadamente no que concerne ao investimento em eficiência energética, contribui para colmatar as lacunas de conhecimento que obstam à implementação da renovação urbana em larga escala.

A cidade de Lisboa tem vindo a integrar estas políticas nas suas intervenções de reabilitação urbana, como é o caso dos bairros municipais Padre Cruz, Boavista e mais recentemente da nova urbanização do Bairro da Cruz Vemelha. As soluções inovadoras desenvolvidas para a reabilitação destes bairros assentam na melhoria da eficiência energética e na sustentabilidade de longo prazo das novas habitações, tendo em conta a necessidade de desenvolver sistemas ecológicos compatíveis o perfil socioeconómico dos seus moradores.

Data
06 de novembro 2018

Localização
CIUL 

Orador
Carlos Raposo, Vera Gregório (Lisboa E-Nova); Nuno Bastista (ADENE) e Alexandre Dias (ORANGE)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
Vera Gregório (Lisboa E-Nova)

Outras sessões

Outubro 16, 2026

Too Good To Go: Juntos Contra o Desperdício Alimentar

Setembro 9, 2026

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Abril 6, 2026

A Realidade Climática Atual: Mais Extremos, Menos Tempo para Agir

Sustentabilidade ambiental nas operações de logística urbana

Sustentabilidade ambiental nas operações de logística urbana

Resumo da Sessão:

A Política de Responsabilidade Social Corporativa do DPDgroup, Driving Change, está assente em 4 eixos, dos quais fazem parte o Compromisso de neutralidade de carbono em cada entrega que fazemos e as Entregas urbanas eficientes, que visam melhorar a qualidade de vida urbana oferecendo soluções de entrega alternativas, ao mesmo tempo que reduzimos o congestionamento do trânsito e a poluição.
Nesta sessão da Lisboa E-Nova foram apresentadas algumas das soluções que temos desenvolvido nestes 2 eixos, nomeadamente na logística urbana e nos veículos eléctricos.

Data
18 de setembro 2018

Localização
CIUL 

Orador
Rui Nobre (Chronopost)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
–

Outras sessões

Abril 20, 2026

Estratégias de Ventilação Natural no Ambiente Construído

Abril 6, 2026

A Realidade Climática Atual: Mais Extremos, Menos Tempo para Agir

Abril 27, 2026

Minimizar a Utilização de Recursos nas Cidades: Um Caminho Para o Lixo Zero

Os objetivos do desenvolvimento sustentável e a democratização da energia

Os objetivos do desenvolvimento sustentável e a democratização da energia

Resumo da Sessão:

De entre os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, encontra-se o objetivo Energias Renováveis e Acessíveis, que desafia os Estados a garantir o acesso a fontes de energia fiáveis, sustentáveis e modernas para todos, através da implementação de medidas que visam a redução de consumos de energia e o aproveitamento dos recursos energéticos endógenos.
Com o aumento do preço da eletricidade e a forte descida dos custos do fotovoltaico iremos assistir nos próximos anos a uma verdadeira democratização da energia, através do aumento do autoconsumo e agregação de consumidores, situação que terá consequências de inevitável rutura nas modalidades tradicionais de geração de energia no mundo contemporâneo.
Esta sessão teve como objetivo analisar e compreender esta nova situação e perceber de que forma é possível acelerar esta mudança e vincular as comunidades locais com metas globais.

Data
19 de maio 2018

Localização
CIUL 

Orador
Mário Parra Da Silva (Aliança ODS Portugal)

Horário
16h30

Apresentação
–

Moderador
–

Outras sessões

Janeiro 29, 2026

Descarbonização e Circularidade no Setor da Construção

Abril 20, 2026

Estratégias de Ventilação Natural no Ambiente Construído

Setembro 16, 2026

A Nova Diretiva DARU: Impactos, Desafios e Caminhos para a sua Implementação

Bairros Históricos Sustentáveis – O caso de Alfama

Bairros Históricos Sustentáveis - O caso de Alfama

Resumo da Sessão:

O multifacetado bairro histórico de Alfama enfrenta atualmente vários desafios: o envelhecimento da população local ou os novos negócios que competem com o comércio local há muito estabelecido. O projeto alfa-AMA SSD – Bairros Inteligentes e Sustentáveis, tem como objetivo criar mecanismos para superar estes desafios e criar uma “Alfama mais sustentável e saudável para todos”, com especial enfoque na implementação de soluções sustentáveis integrando as alterações climáticas e a inovação no bairro.

Pretende-se alcançar este objetivo identificando e apoiando o desenvolvimento de soluções empresariais em Alfama, tendo por base uma abordagem com forte ênfase na inovação social como resultado de um processo participativo, no qual as soluções são definidas em co-criação com os cidadãos locais e diferentes partes interessadas e criando projetos integrados inovadores que adotam três áreas prioritárias (espaços públicos resilientes ao clima, mobilidade limpa e edifícios ecológicos) para fortalecer a economia local.

Neste Ponto de Encontro deu-se a conhecer este projeto e a sua Agenda, bem como a integração e articulação com os planos da Câmara Municipal de Lisboa e o projeto piloto previsto para o Páteo Dom Fradique.

A coordenação geral do projeto é assumida pela Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT NOVA), com financiamento do Climate KIC, no âmbito do programa Smart Sustainable Districts (SSD) – Bairros Sustentáveis e Inteligentes.

Programa do Ponto de Encontro:

  • Apresentação do projeto AlfAma (Julia Seixas (FCT) , Vera Gregório (Lisboa E-Nova)
  • Páteo Dom Fradique – Centro de sustentabilidade de Alfama Julia Seixas (FCT) , Vera Gregório (Lisboa E Nova)
  • Plano de pormenor de Alfama (Luis Ruivo/Inês Pereira – CML/DP)
  • Perguntas & respostas

Data
29 de maio 2018

Localização
CIUL 

Orador
Julia Seixas (FCT) , Vera Gregório (Lisboa E-Nova), Luis Ruivo/Inês Pereira, (CML/DP)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
–

Moderador
–

Outras sessões

Abril 6, 2026

A Realidade Climática Atual: Mais Extremos, Menos Tempo para Agir

Setembro 16, 2026

A Nova Diretiva DARU: Impactos, Desafios e Caminhos para a sua Implementação

Outubro 16, 2026

Too Good To Go: Juntos Contra o Desperdício Alimentar

As coberturas verdes e promoção da biodiversidade do ambiente urbano

As coberturas verdes e promoção da biodiversidade do ambiente urbano

Resumo da Sessão:A incorporação de coberturas verdes possui um conjunto alargado de impactos económicos, sociais e ambientais que importa considerar. Ainda que os benefícios das coberturas e paredes verdes estejam globalmente demonstrados, estes sistemas continuam a não ser implementados em larga escala. Tem se verificado que os custos de instalação e manutenção ao longo da vida útil condicionam consideravelmente a atratividade destes projetos para os investidores,
uma vez que a maioria dos seus benefícios não é percetível a curto
prazo (ex. biodiversidade, redução da temperatura ambiente). Para pensar em meios de financiamento para apoiar investimentos deste tipo, cumprir as exigências da Comissão Europeia no âmbitode acesso aos fundos comunitários ou definir políticas de incentivo adequadas, é necessário conhecer o verdadeiro valor económico das infraestruturas verdes e determinar se os seus benefícios, numa perspetiva de economia pública, são suficientes para equilibrar esses custos e criar valor para a sociedade. A presente sessão irá assim discutir uma ferramenta de apoio à decisão para entidades públicas e privadas poderem avaliar investimentos associados ao desenvolvimento de coberturas verdes, que contabiliza todos os benefícios e custos associados ao longo do tempo

Data
07 Junho 2018

Localização
CIUL 

Orador
Paulo Palha; Cristina Matos Silva (ANCV – Associação Nacional de Coberturas Verdes)

Horário
18h00 às 19h30

Apresentação
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Moderador
Duarte Mata (Câmara Municipal de Lisboa)

Outras sessões

Janeiro 29, 2026

Descarbonização e Circularidade no Setor da Construção

Abril 6, 2026

A Realidade Climática Atual: Mais Extremos, Menos Tempo para Agir

Março 16, 2026

Adaptar os Espaços Verdes à Transição Climática

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